A desinformação científica e a contestação das vacinas no Telegram no Brasil são tema de novo artigo publicado na Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación.
As autoras investigaram como a desinformação científica e a contestação vacinal circulam na plataforma. Para isso, foi realizada uma busca por grupos brasileiros que abordavam o tema da imunização, a partir de descritores associados ao tema. As autoras, então, realizaram a análise exploratória das mensagens nos grupos e, posteriormente, a classificação e análise sistemática dos dados coletados.
Foram identificados quatro grupos que apresentavam uma postura abertamente contrária às vacinas de setembro de 2023 a agosto de 2024. As autoras constataram que, passado o período de emergência internacional de saúde pública da pandemia de COVID-19, os grupos antivacina no Telegram permanecem ativos e utilizam a plataforma como repositório de conteúdos desinformativos e canal de distribuição de informações falsas e teorias conspiratórias sobre imunização no país.
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